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Anvisa manda retirar sal, doce de leite e azeite do mercado

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a retirada de três alimentos do mercado brasileiro após identificar problemas em análises técnicas.

A decisão foi publicada nesta quinta-feira no Diário Oficial da União e envolve um lote de sal grosso, um doce de leite e um azeite de oliva. Segundo a agência, as falhas encontradas podem comprometer a segurança do consumo e o direito à informação do consumidor.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a retirada de três alimentos do mercado brasileiro após identificar problemas em análises técnicas.

A decisão foi publicada nesta quinta-feira no Diário Oficial da União e envolve um lote de sal grosso, um doce de leite e um azeite de oliva. Segundo a agência, as falhas encontradas podem comprometer a segurança do consumo e o direito à informação do consumidor.

Sal grosso apresentou falha no teor de iodo

O sal marinho grosso iodado da marca Marfim, lote 901124, teve a comercialização e o consumo suspensos em todo o país. O produto é fabricado pela empresa M Gomes Praxedes Ltda.

Testes realizados por um laboratório público apontaram que o sal não atingiu o teor mínimo de iodo exigido pela legislação. No Brasil, a adição do mineral é obrigatória há décadas como forma de prevenir doenças relacionadas à tireoide e problemas no desenvolvimento durante a gestação.

Outro produto atingido pela decisão foi o doce de leite em pedaços da marca São Benedito, fabricado em junho de 2025. A Anvisa apontou ausência de identificação do lote e falhas em testes sobre o uso de conservantes.

Segundo a agência, conservantes são usados para evitar a proliferação de microrganismos. Resultados fora do padrão indicam problemas no controle de fabricação, o que levou à suspensão imediata da venda, distribuição e consumo do produto.

Azeite de oliva teve origem desconhecida

Além do sal e do doce de leite, a Anvisa proibiu o azeite de oliva extravirgem da marca Terra das Oliveiras. O produto não pode mais ser fabricado, importado, vendido ou divulgado no país.

De acordo com a agência, o azeite estava sendo comercializado pela internet e não teve sua origem comprovada. A empresa apontada no rótulo como importadora encerrou oficialmente suas atividades no início de 2025, o que inviabiliza a responsabilidade legal sobre o item.

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