Latam demite piloto suspeito de liderar rede de abuso sexual infantil
A Latam anunciou que demitiu o piloto preso na segunda-feira (9) no Aeroporto de Congonhas sob a acusação de comandar uma rede de pedofilia.
No comunicado, a empresa informa que ele “não faz mais parte do quadro de colaboradores”.
“A companhia adota a política de tolerância zero para ações e atos que desrespeitem os seus valores, ética e código de conduta, permanecendo à disposição das autoridades para colaborar com as investigações”, diz o comunicado.
O homem, de 60 anos, foi detido pela polícia de São Paulo dentro do avião que pilotaria. Na mesma manhã, as autoridades deflagraram a Operação Apertem os Cintos especificamente para capturá-lo.
Por meio de uma investigação que começou há três meses, após a denúncia de uma vítima, a polícia descobriu que o piloto se relacionava com meninas de 8 a 12 anos. Ele pagava às mães e avós dessas crianças e as levava para motéis, onde as estuprava.
Uma avó, que cedeu três netas para o criminoso, foi presa na operação, assim como a mãe de outra garota.
Para ter acesso às vítimas, o piloto pagava quantias entre R$ 30 e R$ 100, e também chegou a pagar aluguéis e deu até uma TV como presente.
Segundo as investigações, o piloto cometia os crimes há oito anos.
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