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Justiça nega habeas corpus, e Renê Júnior seguirá preso pela morte do gari Laudemir

O empresário Renê Júnior, preso pelo assassinato do gari Laudemir de Souza Fernandes em Belo Horizonte, teve o habeas corpus negado pela Justiça mineira pela segunda vez. A decisão unânime da 8ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) nesta quinta-feira (8) mantém a prisão preventiva do acusado. 

No pedido, a defesa solicitou a revogação da prisão preventiva, com a imediata expedição do alvará de soltura e, subsidiariamente, que seja deferida a substituição da prisão preventiva por medidas cautelares diversas.

O relator do processo, desembargador Maurício Pinto Ferreira, entendeu, entre outros motivos, que a gravidade e a repercussão do delito, bem como a ausência de condições pessoais favoráveis, impedem a modificação da prisão preventiva do acusado. Os desembargadores Henrique Abi-Ackel Torres e Âmalin Aziz Sant’Ana acompanharam integralmente o voto do relator.

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