Aposta de Lula em Minas, Pacheco vai definir pré-candidatura ao Governo até fim deste mês
Aposta do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para concorrer ao Governo de Minas nas eleições de 2026, o senador Rodrigo Pacheco (PSB-MG) declarou, nesta terça-feira (5), que o prazo para definir a pré-candidatura para disputar o Palácio Tiradentes será até o fim deste mês. Nos últimos meses, o parlamentar participou de reuniões e até compareceu em agendas ao lado de Lula no Estado.
Para o PT, contar com o nome de Pacheco no pleito de outubro é crucial para as pretensões do presidente na busca pela reeleição. “Vou analisar. Acho que até o final deste mês de maio é um bom tempo”, afirmou o senador, antes de participar de sessão solene no Senado Federal.
O nome do senador mineiro tem aparecido em recentes pesquisas, mesmo sem a definição da pré-candidatura. Na semana passada, levantamento da Genial/Quaest mostra o parlamentar com 8% das intenções de voto, ainda bem atrás de Cleitinho Azevedo (Republicanos), que lidera a corrida eleitoral pelo Governo de Minas em todos os cenários, com 30%.
Pachecio já fala como pré-candidato
Em abril deste ano, o senador Rodrigo Pacheco selou a filiação ao PSB, com um discurso em defesa de um “caminho diferente do atual” para o Estado. Até então, o parlamentar era do PSD. Durante evento em Brasília, o tom adodato já dava sinais de que poderia entrar na disputa eleitoral.
“Quero dizer que o PSB estará participando, por meio da direção do partido, com a minha presença, dessa discussão para encontrarmos para Minas Gerais um caminho diferente do atual, um caminho que seja de progresso, de desenvolvimento, de reconstrução, de valorização de servidores. Da busca do rompimento dessa lógica do sucateamento da máquina pública como existe hoje no estado de Minas Gerais”, afirmou o senador, durante o evento.
O parlamentar também disse que a disputa do PSB por cargos eletivos em Minas deve ser respaldada pela base social e política do partido e de outras legendas com os mesmos ideais. “Que envolva prefeitos municipais, vereadores, deputados, segmentos sociais, sociedade civil organizada, para que tenhamos uma discussão de conceitos do que se pensa para a reconstrução do estado de Minas Gerais”.
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