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Colocação na fase de grupos pode mudar toda a logística da Seleção Brasileira na Copa

A posição final da Seleção Brasileira no Grupo C da Copa do Mundo de 2026 não influenciará apenas os adversários no mata-mata. Ela também terá impacto direto na logística da delegação, incluindo cidades-sede, deslocamentos e locais de treinamento ao longo da competição.

Após a vitória por 3 a 0 sobre o Haiti, o Brasil assumiu a liderança do Grupo C e depende da última rodada para confirmar a primeira colocação da chave. Segundo o diretor de seleções da CBF, Rodrigo Caetano, o planejamento da equipe foi elaborado com diferentes cenários, mas o objetivo principal é avançar em primeiro lugar.

Caso termine na liderança do grupo, o caminho da equipe comandada por Carlo Ancelotti passaria por cidades como Houston, Nova Jersey, Miami e Atlanta até uma eventual final. Como a base da delegação está instalada em Nova Jersey, esse cenário é considerado o mais confortável do ponto de vista logístico.

Se avançar em segundo lugar, a rota se torna mais longa e inclui deslocamentos para Monterrey, no México, além de Houston, Boston, Dallas e Nova Jersey. Já uma classificação como um dos melhores terceiros colocados deixaria o caminho ainda mais imprevisível, com partidas podendo ocorrer em cidades dos Estados Unidos ou até mesmo na Cidade do México.

A definição ocorrerá na última rodada do Grupo C, quando o Brasil enfrentará a Escócia, enquanto Marrocos medirá forças com o Haiti. Os dois jogos serão disputados simultaneamente e podem alterar completamente o roteiro da Seleção no restante do Mundial

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