PEÇA SUA MUSICA

Raquel Guimarães aponta economia criativa como caminho para geração de renda e valorização cultural

Durante o evento de premiação promovido pela Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Itabira, a primeira-dama do município, Raquel Guimarães, destacou a relevância da economia criativa como ferramenta de valorização cultural, inclusão social e fortalecimento da economia local.
Ao se dirigir ao público, Raquel ressaltou o caráter simbólico do encontro, que, segundo ela, representa reconhecimento, celebração e preparação para novos desafios. “É um evento de comemoração, de reconhecimento dessas entregas, mas também um dia para celebrarmos o que foi feito e já nos prepararmos para o próximo passo”, afirmou.
A primeira-dama enfatizou que a economia criativa está fortemente ligada à economia feminina e afetiva, especialmente por envolver produções artesanais e autorais. “Ela nasce daquilo que cada pessoa pode criar, do artesanato, de produtos que não são feitos em série, mas carregam identidade, textura e história. Isso tem valor”, destacou.
Durante a entrevista, Raquel também reforçou a importância do protagonismo feminino. Questionada sobre a frase “o lugar da mulher é onde ela quiser”, ela reafirmou: “O lugar da mulher é onde ela imaginar, onde ela sonhar. A criatividade é uma das grandes forças do nosso tempo”.

Segundo a primeira-dama, apesar de sempre ter existido, a economia criativa passa a ganhar mais visibilidade na atualidade por estar diretamente relacionada àquilo que somente o ser humano é capaz de produzir. “A inteligência artificial não cria nada sozinha. Ela compila dados que já foram criados por pessoas. Quem cria de fato é o ser humano, e isso não será substituído”, pontuou.
Raquel também associou a economia criativa aos princípios da sustentabilidade e aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), ressaltando que se trata de um movimento que promove geração de renda, preservação cultural e continuidade da vida no planeta.
Por fim, ela citou exemplos de como a criatividade pode impulsionar o turismo e o comércio, mencionando iniciativas como a transformação de espaços públicos em ambientes temáticos e artesanais, especialmente em períodos como o Natal. “Um trabalho feito à mão, por uma pessoa, tem um significado muito maior do que algo produzido em massa. Isso emociona, atrai pessoas e fortalece a economia local”, concluiu.

Redação

Banner-Basis-Tech